Política de objetividade empresarial

Área de aplicação

A presente Política é aplicada em relação a todos os funcionários, diretores e membros do Conselho Administrativo da Softline (a seguir nomeados «Funcionários»).

A objetividade de negócio da empresa é capacidade dos funcionários da Empresa de tomar as decisões e realizar ações para atingir os objetivos da Empresa e defender os seus interesses de negócio.

A empresa não permite tomar decisões que não sejam influenciadas por interesses comerciais da empresa, ou aqueles que sejam relacionadas com os interesses pessoais dos gerentes ou funcionários da empresa.

 A presente política considera uma das razões para isso o conflito de interesses relacionado com a participação dos funcionários da Softline no trabalho de outras organizações, bem como a influência dos laços familiares.

Conflito de interesses

A Empresa apoia a política aberta de declaração da ocupação dos funcionários noutras áreas do negócio.

A Empresa está interessada em ocupação completa e desempenho pessoal dos funcionários.

Na Empresa é proibido ter próprio negócio que possa distrair o funcionário do cumprimento das suas obrigações profissionais.

É permitido participar no capital das organizações por meio de aquisição das ações e títulos.

Não é recomendado participar no capital social das organizações (cuja atividade não coincide com a atividade da Empresa) por meio de  fundação ou gestão.

Não é recomendado participar no capital social das organizações (cuja atividade coincide com a atividade da Empresa) por meio de  fundação ou gestão.

Como exceção, os funcionários podem participar no capital social das organizações que dão lucro à Empresa ou oferecem os serviços por preços mais baixos do que os preços de mercado, mantendo a qualidade.

Os familiares a trabalharem juntos

A Empresa não incentiva o trabalho dos familiares em conjunto, especialmente se eles estão direta ou indiretamente subordinados uns aos outros, o que pode provocar os problemas seguintes:

  • As decisões dos familiares-diretores em relação aos parentes subordinados podem ser não objetivos ou aceites como pouco objetivos por outros funcionários da Empresa e/ou terceiros, incluindo acionistas, contrapartes, estado e órgãos estatais, sindicatos e associações profissionais, participantes do mercado de valores mobiliários;
  • Uma situação semelhante pode ocorrer no caso de participação conjunta dos familiares no mesmo processo de negócios se a decisão de um funcionário-familiar tem influência no cumprimento das obrigações profissionais de outro funcionário-familiar.

A Empresa limita os casos de trabalho em conjunto dos familiares e tem direito de não considerar a candidatura para qualquer cargo na Empresa dum familiar dos funcionários atuais por causa da possível influência nele.

O protecionismo à base das relações familiares está proibido.

A Empresa não permite as situações quando o familiar-diretor seja chefe direto ou indireto (influência) do familiar subordinado.

O trabalho em conjunto dos familiares na Empresa que não estejam direta ou indiretamente subordinados uns aos outros é admissível se a alta gerência tomar tal decisão.

CEO global da Softline
S.V.Chernovolenko

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